Capítulo 75 – Investigando a fantasia.
Capítulo 75 – Investigando a fantasia.
Depois da conversa positiva com Ayumi, fui até o dormitório das meninas para chamar as irmãs Yagame.
Após muita demora, elas desceram do quarto para me atender, onde expliquei a situação do broche, mas sem mencionar que Ayumi iria me ajudar.
Aikyo entendeu e logo me disse para esperar no mercado central por elas, pois continuaríamos a investigação.
Dito e feito, estou no mercado central já faz alguns minutos.
Foi um alívio ouvir Ayumi falar aquilo. Ter o apoio dela será de grande ajuda.
Foi para isso que minha mãe me ensinou: conquistar e manipular pessoas para nos ajudar a alcançar nosso objetivo.
Só não esperava que ela tivesse uma ideia tão rápida assim. Após dizer que iria me ajudar, logo propôs um plano que ela mesma executaria. Parece que tem alguma pista importante que ela própria investigou a pedido do diretor.
Mas falar tão facilmente sobre um assunto delicado que envolve o diretor a deixou realmente desesperada.
Alguns minutos se passaram; cansado de ficar em pé, sentei no primeiro banco que vi.
Porém, ao sentar finalmente, as duas apareceram com um grito vindo de Katsu.
— Yukii! Desculpa a demoraaa.
— Irmã, não grita assim do nada. — disse Aikyo, em um tom grosseiro.
Katsu riu enquanto alisava seu cabelo.
— Demoraram mesmo, minha perna está até cansada de tanto esperar.
Aikyo, segurando uma sacola grande com algo pesado dentro, estava até vermelha de tanto esforço.
Mas seu olhar para mim foi afiado, com uma expressão fechada, franzindo as sobrancelhas.
— O quê? Não vem falar de cansaço para mim, garoto! Ficou em pé porque quis!
Ela jogou a sacola em minha direção com raiva.
Suspirou profundamente, limpando uma sujeira invisível nas mãos.
— Hehe… Perdoe minha irmã Yuki, mas a gente demorou porque ela teve que carregar essa sacola o caminho inteiro, e meio que… ela não é forte, sabe?
— Entendi. Vacilei então por falar isso, né? Agora faz sentido ela ter se irritado comigo.
Aikyo, que estava à frente, virou-se com os braços cruzados na nossa direção.
— Ou, vocês não vão vir não?
Segurei a sacola direito e seguimos Aikyo.
— Yuki, quer ajuda para levar a sacola? — indagou Katsu.
Ela caminhava ao meu lado com os braços para trás, me encarando com as bochechas coradas, enquanto Aikyo estava à nossa frente, irritada.
— Não precisa, Katsu. Na verdade, queria que você acalmasse sua irmã; ela está nervosa comigo até agora, parece.
Katsu riu.
— Está tudo bem, Yuki, ela não está com raiva de você. Ela está assim porque no caminho encontrou alguém que não gosta.
— Nenhuma novidade. Se você tivesse dito que encontrou alguém que ela gosta, aí eu estaria surpreso, haha.
Katsu deu um leve soco no meu ombro fazendo careta.
— Bléh! Não é bem assim. É que ninguém entende minha irmã. Aikyo é bem gentil e doce, uma garota que se preocupa muito com quem gosta, e só isso importa para ela.
— Entendo. Mas com esse jeito dela, fica complicado se aproximar e entender como ela funciona. Dessa forma, ela nunca vai gostar mesmo da pessoa, você não acha?
Katsu acenou com a cabeça.
— Eu tento ajudar, mas não quero mudar minha irmã; isso tem que vir dela mesma.
— Pois é. Mas, pelo jeito que está indo, acho difícil ela mudar, e acho difícil alguém gostar dela.
— E você, Yuki, gosta da minha irmã? — indagou Katsu, me olhando direto nos olhos com uma expressão curiosa.
— Eu? Sinceramente, eu gosto sim. Ela é bastante complicada e chata, insuportável e metida. Mas é como se fosse uma flor no deserto, sabe? Ser diferente no meio de tantos é chamativo e cativante, por isso gosto dela.
Ela encheu a bochecha de ar enquanto cruzava os braços, franzindo a testa.
— Entendi. Então você gosta de garota assim, é…
— Ham? P-pera, eu gosto dela como amiga e n-não como… nesse sentido que está… pensando?
— E no que estou pensando?
Katsu olhou para mim, mas suas bochechas coraram; ela desviou o olhar e andou mais rápido, me deixando para trás.
Impressionante como ambas têm o mesmo rosto, mas comportamentos diferentes.
Andamos até o terceiro andar do mercado central, eu atrás e as duas na frente de mãos dadas, conversando entre si.
Katsu estava com uma expressão triste, enquanto Aikyo parecia tentar acalmá-la de algum jeito.
— Ei, gente, o que vamos fazer aqui no terceiro andar?
Eu nunca subi até aqui, no máximo até o segundo andar.
Aqui não era tão legal e chamativo quanto o primeiro.
Aikyo virou para trás, com um olhar metido, e disse:
— Não precisa saber. Só carrega a sacola e nos siga.
— Tá…
Paramos em frente a uma loja que ficava bem no fundo do terceiro andar, isolada de algumas outras lojas no mesmo canto.
No painel acima da loja, estava escrito ‘Loja do Ping’.
— Ping? Isso é um nome?
Elas não me responderam, entraram na loja em seguida.
A porta se abriu sozinha, igual à entrada do mercado central.
Logo atrás delas, eu fui, olhando para os lados e observando o conteúdo à venda.
Para minha surpresa, era uma loja que vendia raquetes de pingue-pongue.
— Ah, agora entendi o porquê do ‘Ping’ no nome.
Porém, não vendia só raquetes de pingue-pongue, mas várias coisas envolvendo brinquedos esportivos, como bola de futebol, basquete e vôlei.
Aikyo pegou um conjunto de tabuleiro de xadrez, além de um cubo mágico também.
Meu cubo mágico que Emiko me deu está no meu quarto.
Faz um tempo que não mexo nele; até hoje não consegui completar.
— Aikyo, por que está comprando isso agora? O que isso tem a ver com a investigação? — indaguei.
Aikyo não respondeu, ficou com uma cara séria, focada no vendedor.
— É porque nosso tabuleiro de xadrez estragou. Aí ela está aproveitando para comprar um novo.
O jeito de Katsu falar comigo agora está melancólico, não é mais enérgico como normalmente.
Será que é por conta daquela conversa sobre gostar da Aikyo? Ela ficou com ciúmes?
— Obrigado! Voltem sempre, crianças!
Aikyo virou, olhou para mim com desgosto.
— Vamos para o depósito agora! É lá que vamos continuar nossa investigação!
— Tá bom…
Que clima pesado é esse.
Seguimos andando até o depósito, que era nosso destino.
Curioso com o que estava na sacola, tentei espiar para ver o que era.
— É a fantasia! — disse a voz misteriosa.
Faz um tempo que você não fala nada, por que falou agora?
— Porque me deu na telha!
— Entendi.
Falei alto sem querer.
— O que disse? — perguntou Aikyo.
— Ah… nada não, hehe.
Aikyo me encarou, mas depois desviou o olhar para frente.
Voltando a atenção para a sacola, o que há dentro é a fantasia que achamos no armário do vestiário.
Achei que Aikyo tinha deixado no lugar, mas parece que não.
Tudo indica que ela vai levar para o depósito, para ver se descobre quem pegou por último.
Chegamos no local; faz um tempo que não venho aqui, desde a última vez que peguei minhas coisas nos primeiros dias.
Se me lembro bem, a menina que trabalha aqui era meio maluquinha, só não lembro seu nome.
Paramos em frente ao balcão da entrada, e havia uma garota dormindo com a boca aberta na cadeira, com o rosto virado para o teto.
— Meu Deus. Quem dorme assim no trabalho? — comentou Aikyo, com uma expressão decepcionada.
Cabelo estilo maria-chiquinha, doida a ponto de dormir no trabalho e estar tranquila quanto a isso, sim. Ela mesma.
— Yoo! Kiota? Acorda, sua maluca. — gritei, batendo no balcão.
Ela despertou com certa urgência, tentando fingir que não estava dormindo.
— O-oi, pessoal! Eu só estava analisando o teto para ver se estava de acordo com o padrão de segurança, sabe? Rhum… O que desejam?
— Analisando… o teto? Enfim, não me importo com isso, nós precisamos de uma informação de histórico de aluguel, pode nos ajudar? — perguntou Aikyo.
Kiota, com cara de sono, estava quase fechando os olhos quando Aikyo falava.
— Co… com certeza…
Nervosa, Aikyo deu um tapa no balcão, fazendo um barulho considerável.
— Ei, não durma!! — gritou Aikyo.
— T-ta, desculpa, estava apenas descansando meus olhos por um momento breve. Mas sobre o histórico, não posso dar essas informações, sinto muito!
— Por que não? — indaguei.
— Porque… espera, você é aquele menino revoltante que entrou no final do ano passado, né? Como é o nome mesmo… hmmmm… Yukiya? Acertei?
— Não! Errou feio. — gritou Katsu, com os braços cruzados.
— Na verdade, quase acertou, hehe. Mas sou eu sim, meu nome é Yuki.
— Isso, isso. Quanto tempo, menino, você até cresceu um pouco e agora fez amizade com as irmãs Yagame, mas me conta aí, qual delas você namora? Em? Em?
Katsu ficou corada enquanto Aikyo ficou nervosa.
— Para com esse papinho furado! Me fala logo o motivo de não nos ajudar!
— Certo, certo! Mas meio que não preciso explicar, né? Vocês são inteligentes, já devem imaginar o motivo.
Kiota pegou um livro do balcão e começou a ler.
— Argh… odeio essa garota! — disse Aikyo.
— O motivo seria autorização? — indaguei.
Os olhos de Kiota, direcionados no livro, se desviaram para mim.
— Exatamente!
Faz sentido, era óbvio que ter acesso às informações precisaria de autorização.
— Droga, não pode fazer esse favor por nós? Retribuímos depois. — disse Aikyo, insistindo com um olhar afiado.
— Lamento. Mas eu sigo ordens, sabe? Se vocês realmente quiserem acesso, vão ter que conseguir autorização do diretor, apenas!
Kiota colocou os pés em cima do balcão enquanto ficava com o livro na frente do rosto, nos ignorando.
— Droga! — murmurou Aikyo.
— E agora, irmã?
Aikyo cruzou os braços enquanto fazia pose de pensativa.
O que posso fazer agora?
Talvez possa pedir ajuda da Ayumi para resolver isso.
Como ela quer me ajudar a encontrar o responsável por copiar o broche da Itsuki, com certeza essa fantasia vai nos levar ao culpado, e isso é favorável para mim.
— Kiota, e se nós tivermos a permissão da Ayumi? Isso também serve? — indaguei, com uma expressão séria e olhar incisivo.
Ela retirou o livro da frente do rosto.
— Bem, você me ouviu, né? Só com a permissão do diretor!
Voltou a ler novamente.
— Vamos embora, temos que pensar em outra coisa! — disse Aikyo, vermelha de raiva.
— Poxa vida, entendo que existem regras aqui na escola e tal, realmente precisamos seguir tudo à risca, mas queria que você me entendesse também, Kiota.
Kiota desceu um pouco o livro, deixando um pedaço do olho à mostra, me observando.
— O que você quer dizer com isso?
Deixei a sacola em cima do balcão, apoiando meu cotovelo.
— Eu só vim aqui porque você é a única que pode nos ajudar. Em meio a tantas crianças, você foi a primeira e a única que veio à mente para me ajudar. Eu realmente preciso de você!
Lembro que na última vez que vim, ela ficou feliz por querermos sua ajuda, já que via poucas crianças aqui visitá-la.
Usei isso a favor, dizendo que precisava da ajuda dela; espero que isso pese em sua balança de ética.
Kiota apertou um pouco o livro, dava para perceber o leve amasso na capa.
Seu olhar ficou ansioso, começou a morder o lábio.
Coçou a cabeça um pouco, mostrando ansiedade.
Ela está em uma luta interna entre seu ser natural e a obediência.
Mas pela sua cara de agora, sorridente e com as bochechas coradas…
— Você precisa… de mim, é? Ah, como negar alguém que precisa da minha ajuda? Certo, se vocês trouxerem a Ayumi em pessoa, eu dou as informações, tudo bem? — disse Kiota, com um sorriso no rosto.
Ela realmente é maluca.
Acenei com a cabeça e saí andando até a saída.
Tanto Aikyo quanto Katsu ficaram me olhando, mas me seguiram em sequência.
— Ou, revoltante? O que foi isso, hein? — indagou Aikyo, me pegando pelo braço.
— Isso o quê?
Katsu veio logo atrás dela.
— Yuki, o que você vai fazer?
— Eu vou conversar com a Ayumi, talvez ela ajude a gente.
Aikyo e Katsu trocaram olhares.
— Você está louco? Vai ser perda de tempo isso, Ayumi não vai ajudar a gente. Estamos por conta própria nisso aqui.
— Minha irmã tem razão, Yuki, vamos usar esse tempo para pensar em algo.
Dava para ver no rosto delas que não estão confiando em mim, ou talvez não acreditam que Ayumi pode fazer algo a nosso favor.
Se fosse ontem, eu também acreditaria nisso, mas depois do que ocorreu hoje, tenho certeza que Ayumi vai me ajudar.
— Eu sei como Ayumi funciona. Não tenho certeza de nada, mas tenho que tentar! Vocês podem pensar em algo, já eu vou conversar com ela e volto daqui a pouco.
Aikyo fechou a cara para mim, desviando o olhar para o lado.
— Que seja! Depois não vem reclamar comigo. Vamos, irmã, vamos tentar pensar em algo mais útil.
Elas se afastaram de mim; Katsu ficou me olhando enquanto sua irmã a levava pelo braço.
Olhei para meu relógio; pela hora, Ayumi deve estar na escola para reunião com o diretor, foi o que ela me disse hoje mais cedo.
Por ser sábado, pensei que estaria vazio, mas tem muita criança aqui.
Alguns para o projeto que tem dia de sábado, outros vieram estudar na biblioteca para as provas que terão no final do mês.
Fiquei surpreso com isso. Mas o número de crianças é bem maior do que imaginava.
Comecei a perguntar para os outros se viram Ayumi, mas ninguém soube me dizer.
— Ela deve estar na sala do diretor. — disse a voz misteriosa.
Se ela estiver, não posso ir lá. Vou ter que aguardar ela aqui no primeiro andar.
O tempo foi passando, e nada de Ayumi aparecer.
Fui vendo vários rostos novos, de crianças que ainda nem conversei e nem sabia que existiam.
Alguns têm expressão tão feliz e acomodada, como se estivessem vivendo uma vida normal.
Como se tivessem esquecido da dura realidade.
— É errado fugir da realidade e viver uma vida feliz, mesmo que falsa? — indagou a voz misteriosa.
Não sei… Eu estou fugindo da realidade, por isso ainda me mantenho intacto.
— Yuki? O que faz aqui? Está esperando por quem, posso saber?
Ayumi estava parada na minha frente; acabei perdendo o foco e nem percebi sua chegada.
— Ah… desculpa, eu estava perdido nos meus pensamentos. Mas estou esperando por você, Ayumi.
Ela, com sua expressão fechada de sempre ao me ver, com os braços cruzados, olhou para os lados e logo em seguida para mim.
— Olha aqui. Eu disse que ia te ajudar e vou, mas não quer dizer que vou fazer de tudo, entendeu? Eu não gosto de você e nem quero me aproximar; só estamos buscando o mesmo objetivo.
— Eu sei… mas isso que vou te pedir vai ajudar a capturar nosso alvo, entende?
Ela desviou o olhar para cima e suspirou fundo.
— Se esse é o caso, então fala logo, que ajuda você quer?
Expliquei a ela toda a situação e pedi para que fosse comigo.
Por estar disposta a pegar quem está tentando culpar Itsuki, ela disse que vai me ajudar.
Junto comigo, fomos para o depósito.
Estou bem feliz com isso; agora posso contar com a ajuda da Ayumi para certas coisas que jamais conseguiria sozinho.
Se não fosse pela cópia do broche, com certeza eu não teria convencido ela.
Ao chegar no depósito, Kiota estava do mesmo jeito de quando viemos antes, dormindo, mas com o livro em cima do rosto, escondendo-o.
Aikyo e Katsu não estavam aqui, nem a sacola que eu havia deixado.
Ayumi bateu no balcão com um tom forte, acordando Kiota do sono profundo.
— Ah… eu estava analisando a escrita do livro, olha só essa letra?
Kiota apontou para a capa em branco do livro; sem graça, vendo a expressão da Ayumi, abriu um sorriso falso e envergonhado.
— Hehe… desculpa…
— Ô garota, você sabe que dormir no trabalho é proibido, não sabe? — disse Ayumi, pegando na cabeça de Kiota.
— S-sei… eu com certeza sei… sim, senhora… é que hehe… eu estava descansando os olhos rapidinho…
Ayumi não engoliu a desculpa e continuou a encarar-a enfurecida.
— Enfim, espero que isso não se repita, entendeu??
— Sim, se-senhora!!
Ayumi soltou a cabeça de Kiota.
— O que de-deseja aqui agora, senhora Ayumi? — perguntou Kiota, arrumando seu cabelo após Ayumi o bagunçar.
— Vim autorizar o Yuki para acessar as informações de histórico do depósito, era isso que precisava, né? De alguém autorizar?
— Sim… sim. Certo, é isso que queria, né? Tá bom.
— Pronto, espero que isso ajude a encontrar! Agora vou fazer minha parte em outro lugar, boa sorte aí, garoto! — disse Ayumi, saindo do local.
— Caramba, não esperava que você fosse realmente vir com a Ayumi, logo ela? — disse Kiota, com uma cara não muito boa.
— Ué, como assim?
— Garoto, estamos falando de um professor dar autorização para um aluno; ainda estou achando isso muito suspeito, mas era a própria Ayumi mesmo, só pelo aperto dela deu para perceber.
Kiota pegou um grande caderno de dentro de uma gaveta e colocou em cima do balcão.
— O que é isso? — perguntei.
— Isso é uma cópia do histórico. Normalmente anoto no sistema, mas por segurança anoto nesse caderno também. Mais por não precisar entrar no sistema assim do nada.
— Entendi.
— Aliás, cadê as irmãs Yagame? Não eram elas que queriam ver algo no histórico?
— Ah, verdade. Esqueci delas. — disse, dando um tapa na testa. — Você sabe para onde foram?
Kiota fez pose pensativa, olhando para o teto.
— Na verdade, não sei. Elas só pegaram a sacola aqui do balcão e foram embora com cara toda emburrada.
— Tá bom, vou procurar por elas, já volto, viu? Guarda esse caderno, não some.
Sai do depósito em procura delas.
Aikyo está de mau humor já faz um tempo; segundo Katsu, o motivo disso é por conta de uma pessoa que ela não gosta ter aparecido no caminho.
Fora que Katsu ficou nervosa comigo por conta do que disse sobre sua irmã.
Ambas estão de mau humor, que complicado.
Mas espero que isso mude quando souberem que consegui autorização para olhar o histórico.
Arco: Investigação