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Capítulo 83 – Encapuzados: Okawara e outro acordo.

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Capítulo 83 – Encapuzados: Okawara e outro acordo.

Se passa a época, se passam vidas, mas o sentimento destinado ao seu ser sempre estará ao seu alcance. — desconhecido.

O abraço da Itsuki realmente é maravilhoso.

Ficamos alguns minutos abraçados; nesse tempo, só consegui sentir o cheiro de morango vindo de seu cabelo.

Mas, após esse momento, ela fez uma expressão bem direta para mim, de alguém muito interessado em saber a verdade a qualquer custo, com os olhos fixos nos meus.

— Agora, me fala a verdade!

Até seu tom de voz estava diferente, firme e persuasivo.

Com toda essa combinação, não tem como negar esses olhos azuis e esse rosto fofo.

— Certo, certo! Vou contar. Deixa-me ver, por onde começo… hmmm.

Itsuki me pegou pelo braço, levando-me até o sofá.

— Pronto, agora está melhor para conversarmos.

Não sinto nem um pingo da vergonha que sempre sentia vindo dela; acho que essa versão da Itsuki é realmente melhor.

— Realmente, hehe… Enfim, vou contar desde o início, de quando eu morava com meus pais.

Comecei a contar para Itsuki, que estava com os olhos vibrados em mim, feliz por finalmente saber tudo que eu escondia.

Meu passado, meus pais, o que eu aprendia e o que fiz durante minha vida; contei todos os detalhes.

Ficamos mais de uma hora assim.

Obviamente, não contei sobre a voz misteriosa nem sobre o fato de eu poder sonhar mesmo com olhos cinzentos,

mas sobre a investigação e os acontecimentos estranhos que descobri aqui na escola, eu contei.

Sua expressão de surpresa misturada com medo estava bem evidente.

E sobre a suspeita em cima dela e de seu broche, preferi não contar.

Como já estava cheia de informações, dizer isso seria fatal.

— Meu Deus… Yuki… Você passou por tudo isso e carregou todo esse fardo sozinho… eu não sei o que dizer. Ainda mais sobre essas coisas que estão acontecendo na escola. É tudo…

— Sim, eu sei. É muito complicado e delicado. Agora entende o motivo de eu não ter contado a você antes? Não porque eu não confiava, mas porque queria proteger você.

Itsuki, cabisbaixa e com expressão abatida, começou a tremer não só as mãos, mas as pernas.

— Eu sei… mas é importante eu saber, pois você simplesmente sentiu na pele o que é perder alguém, viu na sua frente a pessoa que ama ser machucada e nunca mais vê-la. Isso é doloroso… e eu tenho certeza de que tem um pedaço de você que está sofrendo…

Apertando firme a parte de baixo da sua camisa sobre as coxas, Itsuki ficou em silêncio por alguns segundos, olhando para o chão.

Respeitei esse momento, aguardando enquanto a observava.

— Você tem razão… ainda tem um pedaço de mim sofrendo, e esse pedaço é enorme… mas sabe de uma coisa? Só não piorou porque tenho você.

Ela arregalou os olhos; mesmo com o rosto tenso, sua bochecha corou.

Mas, por algum motivo, ela tampou o rosto com as mãos.

— V-vou fi-fingir que acredito n-nisso. Mas me responde uma coisa: o que você sentiu… quando estava… afogando?

Mesmo com o rosto tampado, ela me fez essa pergunta; o som ficou meio abafado, mas deu para escutar.

— Sobre isso…

— S-se não q-quiser falar, eu vou entender!

A preocupação em sua voz é notável.

— Não, está tudo bem, eu vou contar… Eu sinceramente não lembro detalhadamente tudo. Mas o que me lembro bem é o frio que senti, o incômodo da água tentando dominar meu corpo… a sensação de vazio sendo tomada aos poucos pelo desespero… lembranças do passado. Coisas do tipo…

Itsuki, ainda com os olhos arregalados me encarando, parece que aumentei mais seu incômodo.

— V-você… por que meu coração… está doendo? Por que minhas… mãos estão… tremendo?

Rapidamente me levantei e sentei-me ao lado dela, segurando sua mão trêmula, e disse:

— Ei, calma. Está tudo bem, eu estou aqui com você.

Acenando a cabeça, mesmo em choque, seu coração começou a ficar calmo; era um sinal de que meu toque estava ajudando.

— Mas, como você… consegue ficar tão calmo depois de passar por tudo isso, com seus pais, aqui na escola quase… morrer?

Ela virou a cabeça; seus olhos se encontraram com os meus, mas não por muito tempo. Ela me abraçou com certa urgência, apertando-me com uma vontade louvável.

— Eu estou calmo porque preciso ficar calmo. Me desesperar ou ficar com medo não vai me ajudar a resolver minhas questões. E preciso que você faça o mesmo.

— Eu? Mas… por quê?

Sua voz fraca e preocupada toca fortemente meu coração.

Alisando seu cabelo, dei um beijo em sua cabeça.

— Pois assim, eu vou ficar tranquilo e feliz sabendo que a pessoa que mais importa aqui na escola é o meu porto seguro. Que, quando me sentir ansioso, com medo ou perdido, ao olhar para você calma, irei me recompor na hora.

Um sorriso surgiu na hora, não qualquer sorriso engraçado, mas um sorriso fofo carregado de um sentimento de conforto.

Pude sentir em meu peito o calor de seu rosto aumentando.

— Você é um bobo… Yuki.

Seu coração, que estava desesperado, continua acelerado, mas a forma e o motivo são outros.

A tremedeira já sumiu, e o simples fato dela dizer essas palavras mostra que agora ela está tranquila.

— Óbvio que sou, é por isso que você gosta de mim!

Ela rapidamente parou de me abraçar; suas bochechas coradas ficaram intensas.

Seu olhar não parava quieto em nenhum lugar.

— V-você já s-sabe?

— Ham? Sei o quê? — perguntei, confuso.

Ela cruzou os braços e começou a morder o lábio.

— Itsuki? O que foi?

Uma mudança drástica; o que será que eu disse de ruim para ela ficar assim?

— Espera, Itsuki… você não me considera… um amigo?

— Q-quê? Mas p-por que você está me perguntando isso?

Ela fala sem olhar para mim.

— É que eu disse que você gosta de mim, mas se afastou logo após. Então presumi que você não gosta de mim e não me reconhece como amigo… é isso?

— Ah… é isso… me desculpa. Eu gosto de você sim, como amigo…

Seu comportamento mudou; parece ter se acalmado agora.

— Que bom então, haha. Achei que você me considerava apenas um colega ou coisa do tipo.

Ela franziu a sobrancelha, fazendo uma expressão séria.

— Seu lerdo…

— Ham? O que disse? — perguntei.

— N-nada não, hehe. Bem, voltando ao assunto. O que você vai conversar amanhã com Okawara? É sobre esse assunto?

— Isso mesmo. Amanhã será um dia importante, e você deverá prestar bastante atenção na conversa. Está bem?

Ela assentiu com a cabeça.

Após isso, Itsuki resolveu me mostrar a cultura do entretenimento cinematográfico que é reproduzido na televisão.

— Esse filme que vamos ver se chama ‘Seu Nome’. Um filme muito bom que quero ver com você. — disse Itsuki, sentando-se ao meu lado com um controle em mãos.

No meio do filme, fiquei perplexo, surpreso e animado.

Que espetáculo de efeitos, de imagem. Que história intrigante.

Fiquei maravilhado, fazendo expressões contentes; Itsuki até brincou comigo por conta disso, apertando minhas bochechas e rindo das minhas reações.

— Que filme emocionante. É maravilhoso como quebra a expectativa, dado o nome estranho do filme.

Itsuki acenou com a cabeça, realçando um sorriso contente em seu rosto.

— Isso mesmo. O nome normalmente nem sempre diz sobre o filme, gera um contraste bem chamativo às vezes e quebra a expectativa de quem está vendo. Mas que bom que você gostou, Yuki!

Mesmo ela sorridente e transparecendo energia, o bocejo que deu agora mostra o oposto.

— Você está com sono, né? Vamos dormir agora, amanhã será um dia bem cheio.

— Eu sei, mas queria ficar mais um tempo acordado curtindo com você… com certeza não teremos outra oportunidade como esta de estarmos a sós.

Ela tem razão; essa é uma rara e única oportunidade de ficarmos sozinhos por tanto tempo. Podemos nos divertir e dar grandes risadas, além, é claro, de que podemos fortalecer nosso laço que está crescendo.

Conversar sobre coisas importantes e conhecer melhor sua vida; preciso aproveitar essa chance.

— Está bem… você está certa. Vamos conversar e nos divertir nesse tempo, vamos criar memórias sobre hoje.

Ela pulou de alegria após eu dizer isso; vi em seu rosto uma felicidade pura e genuína.

Senti um aperto no coração vendo sua alegria única; isso me dá forças para ficar acordado.

Passamos um tempo juntos conversando no sofá.

Seu olhar caprichado é diferente de todos os olhares que já me encararam.

A maneira como ela fica enquanto me observa, com as mãos sobre as minhas, uma expressão fascinante de admiração, faz com que o clima fique confortável e leve; é excepcional.

Mesmo já tendo passado por essa conversa antes, lembro vagamente de tudo que já conversamos, então o papo de agora não é novidade.

Mas, como nosso nível de confiança e nosso laço cresceram, ela está se abrindo de uma forma que não se abria antes, dizendo detalhes mais profundos e passando uma sensação de conexão intensa.

O tempo foi passando, e sua energia se esgotando, até que, por um breve momento, ela fechou os olhos, encostando sua cabeça em meu braço.

Não quis acordá-la, então, para aproveitar o momento, fui saindo e, ao mesmo tempo, de forma delicada, ajeitando sua cabeça e corpo para que ficasse deitada no sofá.

Cobri-a com um cobertor que estava no sofá.

Não sei se seria melhor acordá-la para que se deitasse na cama, já que é bem mais confortável, porém o sofá não era ruim.

Deitei-me no outro lado do sofá; quando já estava prestes a cair no sono, um som se estalou na entrada, batidas leves acompanhadas de um tom baixo de voz masculina.

— Oh, moleque! Eu sei que você está aí.

Droga, é o Okawara; óbvio que ele sabia da minha presença aqui.

Pelo tom baixo e batidas leves, ele sabe que a Itsuki está dormindo; estava me vigiando esse tempo todo pelo meu relógio.

Fui de forma silenciosa até a porta para não despertá-la.

— Inacreditável, pirralho! É sério que você está fazendo uma coisa dessas? Sabe que está correndo um risco tremendo de expulsão, né? — disse Okawara, entrando grosseiramente no quarto após eu ter aberto a porta.

— O-Okawara?! M-me desculpa por isso… é q-que…

— Não quero saber o motivo! Você está perdido, garoto, olha que coisa mascarada você está fazendo: dormindo no quarto de alguém sem a permissão adequada, e de um professor??

Mesmo falando de sua forma normal, está em um tom baixo, menos mal.

— Eu sei…, mas Itsuki não queria ficar sozinha.

— Não me importo com isso, e você também não deveria ter se importado; é da sua conta isso? Você é um amigo e não pai dela.

— Óbvio que não sou pai dela e não preciso de parentesco só para me preocupar com alguém importante para mim, isso não é óbvio?

— Não me importo com esses sentimentos; vocês estão aqui para estudar e seguir as ordens e regras da escola, ou seja, você está seguindo as regras, pirralho? Pelo visto, não!

Okawara, mesmo com esse tom grosseiro, não demonstra raiva; já estou começando a entender as emoções naturais dos outros graças a esse poder das partículas, e sei muito bem quando Okawara fica com raiva de verdade, que não vem ao caso agora.

Provavelmente, ele está apenas fazendo seu papel como professor, e isso me deixa preocupado de verdade.

Pois, se ele estivesse com raiva, seria por se importar com minha situação aqui, mas como ele está normal e cumprindo seu papel, não me parece que ele vai me acobertar.

— Sim… me desculpa, Okawara. Mas eu não me arrependo de ter ficado aqui, pois tive experiências que não havia tido antes, criei um laço que não havia criado e criei memórias que me lembrarei para sempre. Então, não me arrependo!

Agora, um sentimento cresceu dentro dele, um sentimento de raiva, esse que eu queria ver.

— Argh… mas que moleque irresponsável! Você é muito cabeça dura, realmente me lembra… enfim, boas palavras as suas, mas isso não muda o fato de que você quebrou as regras.

— Eu sei disso. Mas pode me dizer quais regras que quebrei?

— Claro, com prazer! Ficar fora de seu quarto após o horário limite, ficar no mesmo quarto que um aluno do sexo oposto, ficar no quarto de outra pessoa sem permissão, ficar no quarto de um professor sem sua presença e permissão…

— Tá, já entendi… não precisa continuar…

Realmente, quebrei muitas regras. Não posso passar impune disso.

Mas o que vai acontecer comigo agora? Estou completamente ferrado.

Esperava ser acobertado, mas há chances de isso não acontecer.

— Que bom que entendeu. E posso dizer que está ciente do que vai acontecer agora, né?

Acenei com a cabeça, cabisbaixo.

— Sei… Mas pode me dizer o que vai acontecer?

Ele, com um sorriso aberto no rosto, me encarou de forma contente e satisfeito.

— O que vai acontecer? No mínimo uma expulsão e passagem garantida para a escola militar!

— Isso não…

Tentei ao máximo lacrimejar, atuar, implorar, qualquer coisa para que pelo menos um pingo de gentileza surgisse nele.

Nessa ocasião, o ideal seria persuadi-lo e não levar para o lado emocional, porém Okawara já me conhece e sabe como eu funciono, então não importa o que eu diga, não irá funcionar.

Mas tenho a sensação de que ele ainda precisa de mim; duvido que fará algo tão extremo como causar minha expulsão.

— Você está realmente desesperado, hein? Pelo visto, existe fragilidade em alguém como você.

— Ham? Como assim?

Sinceramente, não compreendi o que ele quis dizer com isso.

Ao que parece, ele deve ter pensado que eu sou alguém sem ponto fraco?

Só prova que está me vigiando há tempos, mas dizer isso é o mesmo que me contar seu segredo; o que ele quer?

— Esquece. Você não precisa saber disso. Mas então? Está preparado para ser punido?

Olhei para ele com um olhar entristecido, mas não abaixei a cabeça.

Vou ter que me proteger.

— Vamos parar com essa brincadeira, certo? É óbvio que você não tem a intenção de me dedurar.

— Oh… é mesmo? E por que pensa isso, garoto?

— Pelo simples fato de você ter vindo aqui primeiro e sozinho, mesmo sabendo que eu já estava aqui. Fora que, em vez de ficar do lado de fora, você entrou rapidamente aqui fechando a porta, para ninguém nos ver.

— Há! É óbvio que eu não queria chamar atenção, está tarde da noite, pirralho. E não faria sentido nessa hora trazer o diretor, já que ele não está.

— Sim, realmente. Mas isso não muda o fato de que você está enrolando demais aqui; está claro que, desde o início, não tinha a intenção de me dedurar.

— Está achando esperto demais, garoto; onde quer chegar?

Me aproximei lentamente dele, olhando profundamente em seus olhos.

— Você está querendo algo em troca. Provavelmente, iria oferecer um acordo, não estou certo?

Um olhar oportunista surgiu junto de sua expressão contente.

— Exatamente, moleque! Como você deduziu, quero te oferecer um acordo; se não aceitar, infelizmente terei que contar, mas se aceitar, nós nunca tivemos essa conversa. O que me diz?

Sabia que ele queria algo em troca; desde o início não tinha a intenção de me dedurar. Conhecendo Okawara, estava na cara que é esse tipo de pessoa.

Sempre querendo algo em troca.

Não o julgo, já que eu sou esse tipo de pessoa também.

— Entendi. E o que eu devo fazer exatamente, dessa vez?

Ele ergueu a mão sobre meu ombro.

— É uma coisa simples. Amanhã, antes da nossa reunião, talvez umas oito da manhã, quero que você mande a Itsuki até a Emi para notificá-la sobre nossa reunião e que desejo que ela participe. Entendeu?

Faz sentido; como vamos resolver todas essas questões amanhã, Emi deve estar presente também, já que tudo indica que ela deve ser a líder do grupo.

— É só isso? Mas por que a Itsuki? Não pode ser uma das irmãs Yagame?

Okawara fechou os olhos; com a mão ainda sobre meu ombro, pude sentir um leve aperto vindo dos seus dedos.

— Você não entendeu a situação em que está, garoto? Simplesmente não tem escolha; ou você faz, ou é expulso!

Eu não me importo em fazer o que ele está pedindo; fico até feliz e tranquilo que é apenas isso.

Não vou fazer nada além de usar as palavras; quem fará mesmo o processo será a Itsuki.

No entanto, essa é a parte que não gostei.

A última coisa que desejo é colocar ela nesse joguinho do Okawara; além de perigoso, é algo que ela normalmente não gosta de fazer.

E, como ela é minha amiga, com certeza vai aceitar sem pestanejar.

Porém, não estou em posição de escolher o que fazer; realmente me dei muito mal nessa… deveria ter pensado melhor nas consequências.

Provavelmente foi por conta da influência da Itsuki que aceitei facilmente.

— Eu sei que não tenho escolha… mas e se ela não aceitar fazer isso?

Okawara deu uma risada enquanto balançava a cabeça, com um senso de humor diferenciado.

— Isso não vai acontecer. Eu escolhi logo ela porque sei que ela vai aceitar qualquer pedido vindo de você.

— Não é bem assim…

— Enfim, estou saindo agora. Como sei que você é um garoto esperto, presumo que estamos de acordo. Vejo você de manhã, pirralho.

Ele saiu de forma dramática, com as mãos no bolso, levando junto essa aura de aproveitador.

— Tsc… droga.

Um dos motivos de não querer levar Itsuki para as investigações, não querer contar para ela sobre o que faço, era esse… não a envolver nos perigos da escola.

— O que você vai fazer agora? Creio que não vai ser burro para escolher a expulsão por conta de outra pessoa, né? Vai contra o que sua mãe te ensinou. — disse a voz misteriosa.

Eu não posso ser expulso. Mas não quero envolver a Itsuki.

Vou ter que acordar antes das oito para resolver essa questão.

Minha última cartada é recorrer ao Fuutaro para me ajudar.

Se ele não puder, posso pedir para que peça um dos seus contatos.

O problema maior vai ser…

— O tempo! — disse a voz misteriosa.

Tenho pouco tempo para resolver tudo isso.

Melhor ir dormir agora para acordar cedo amanhã.

Vai ser um longo dia…

Arco:Investigação