LNCrawler

Capítulo 85 – Encapuzados: Sistema de Informações.

Chiheisen — illusia.com.br · All chapters

Capítulo 85 – Encapuzados: Sistema de Informações.

Realmente, não se deve julgar o livro pela capa, mas mesmo julgando, é impossível conhecer a verdade até que ela seja revelada.

Não imaginava que Rita Perona fizesse parte dessa equipe secreta.

Mas quais são seus reais objetivos? Ela tem interesse próprio envolvido ou apenas ética e vontade de ajudar?

— Vamos começar a reunião explicando sobre a Rita, já que vocês estão surpresos com a presença dela aqui. — disse Emi, ajeitando-se na poltrona e cruzando as pernas.

Okawara havia ido à cozinha pegar café e xícaras; quem gosta de cafeína, como ele e Aikyo, pegou um pouco.

— Rita pode não parecer, mas é uma ótima atriz. Todos pensam que ela é uma garota alegre e tranquila, mas a realidade é que ela sabe esconder seus verdadeiros sentimentos.

Aikyo tomou um gole da xícara antes de perguntar:

— Espera, como assim? O que isso quer dizer, afinal?

— O que quero dizer é que Rita é fruto do puro ódio. Ela guarda tudo dentro de si e veste a máscara da alegria, mas, no fundo, sente muita raiva deste lugar.

Rita, que até então mantinha um sorriso no rosto enquanto observava Emi, apenas acenou com a cabeça, sem demonstrar outra expressão.

— Mas por que ela tem tanta raiva assim? — indagou Katsu, sentada ao lado de Aikyo.

— Por quê, você pergunta? Bem, é por conta dos desaparecimentos que acontecem neste lugar. Duas amigas dela sumiram, e o diretor não fez questão nenhuma de resolver isso.

Emi continuava a contar; presumo que Okawara tenha entrado no grupo depois que Rita e Emi já estavam.

— Compreendo. E você, sabendo desse ódio dela, está usando isso a seu favor?

Como sempre, Aikyo, sem medir palavras, foi direto ao ponto.

— Sim, não vou mentir que estou usando essa raiva para nós, mas todos estamos tentando cumprir o mesmo objetivo, então não há ninguém errado aqui.

— Rita, você quis entrar na disputa para presidente por conta própria ou foi a pedido do grupo? — perguntei.

— Foi para benefício dos encapuzados, mas também por um sentimento de vingança contra a Abe. — disse Rita, firme.

Então tanto ela quanto Sasori tinham o mesmo objetivo: vingar-se da Abe, por isso participaram.

Agora fico tranquilo, mesmo sabendo que Sasori não ganhou, já que o objetivo dele continua vivo por outra pessoa.

— Como todos presentes aqui já sabem, ainda assim irei contar, pois creio que Yuki e Itsuki não devem estar cientes de tudo, correto? — indagou Emi, olhando para nós.

Ambos assentimos com a cabeça, respondendo à pergunta dela.

— Pois então, vou começar. Encapuzados é o nome do nosso grupo, formado por seis pessoas, das quais uma não está presente hoje por motivos de segurança total, já que ele é nossa carta na manga.

Ele? Então é um homem.

E se é a carta na manga, então é alguém bem inteligente? Ou estrategicamente importante?

Está bem vago…

— Se essa pessoa é a carta na manga, presumo que as três meninas mais novas do grupo não saibam a identidade desse homem, estou certo?

Okawara cruzou as pernas, enquanto o som de sua tosse ecoava na sala.

O olhar de Emi para mim foi intenso, como se não tivesse gostado da minha pergunta.

— Por que a pergunta? Se somos uma equipe, então é meio óbvio que há confiança entre nós, logo não faz sentido esconder a identidade de algum membro.

Emi disse com firmeza, olhando diretamente para mim.

Mas o olhar de Aikyo para ela não parecia muito confiante, nem o aperto forte de Katsu na mão da irmã foi algo normal.

Isso só pode significar que Emi não disse algo completamente verdadeiro.

— Entendi. Realmente tem isso. Perdoe minha pergunta boba, mas reformulando para uma melhor: elas não podem saber a identidade dele por decisão própria ou por motivos maiores?

Sei que essa pergunta é redundante com a primeira, mas estou tentando pressioná-la para que me dê uma brecha.

Pensei que ela ficaria brava, mas, no meio de sua expressão séria, um sorriso escapou.

— Você realmente é teimoso. Okawara tinha razão sobre você.

Não sei se essa risada foi de alívio ou de nervos.

— Enfim. Esses detalhes só posso revelar se você e Itsuki entrarem para o grupo. Pode ser?

Olhei para os olhos de Itsuki, tentando notar insatisfação ou negação quanto ao pedido de Emi, mas a forma como ela me observa é determinada e firme.

Posso aceitar isso como um sim.

— Certo, vamos entrar para o grupo de vocês.

As irmãs Yagame ficaram surpresas com minha fala, mas senti um leve olhar descontente vindo de Aikyo.

— Eu ainda não confio em você, Yuki. Mas como estamos trabalhando juntos na investigação, podemos dizer que está sendo a ponte que sustenta a confiança. Mas cuidado, ela pode suspender e deixar cair.

— Que sombria… — murmurou Rita.

— Eu sinto isso desde que começamos a trabalhar juntos. Então não é surpresa para mim.

Okawara, que estava assistindo, bateu palmas consideravelmente forte, chamando nossa atenção.

— Vamos falar do que importa agora. Talvez esse grupo possa aumentar com mais três membros. Já podem esperar.

— Ham? Como assim? — indagou Emi.

Com um olhar afiado, Emi encarou Okawara.

— Yuki vai trazer alguns meninos que serão muito importantes para o grupo.

Ele lembrou do que combinamos. Preciso conversar com Arushi para convencer a trazer os amigos dele, mas nem sei se isso vai dar certo; Okawara está sendo precipitado.

— Isso está passando do imaginado. Muitos membros podem levar a suspeitas desnecessárias, você sabe disso, Okawara. E, além disso, pode confiar mesmo nesses tais três meninos?

— Eu entendo suas preocupações, Emi. Mas estou pensando direito sobre isso. E não vou permitir que eles entrem em contato diretamente com o resto do grupo.

Aikyo segurou o queixo enquanto analisava a situação.

— Você vai testá-los primeiro, então?

— Sim. Mas, óbvio, se levarmos em consideração que eles vão aceitar o convite do pirralho.

— Enfim, isso é algo delicado e precisamos ver com calma. Mas agora temos pouco tempo, então vamos ao que interessa. O que tem para dizer de importante para ter me chamado aqui, Okawara?

Emi, com tom firme e direto, postura reta e sem gota de ansiedade.

Mas em seus olhos, uma curiosidade transbordava.

— Certo. Convoquei essa reunião para anunciar a entrada definitiva de Yuki e Itsuki no grupo. E também para contar a eles nossos objetivos secundários e principais, está de acordo, Emi?

— Bem, ele até que nos ajudou bastante servindo como entregador, além de ser inteligente. Então está tudo bem para mim. Mas por que a Itsuki também? Ela não está sob a responsabilidade da Ayumi?

Os olhares de todos se encontraram em um único ponto: Itsuki.

Olhares de desconfiança, cuidado e cautela.

Entendo o motivo; ela pode muito bem estar obedecendo alguma ordem da Ayumi para acabar com esse grupo ou desvendar algum segredo por trás, mas sei muito bem que isso não pode acontecer.

Ayumi não pediria diretamente para ela fazer tal coisa; Ayumi faria ela mesma.

Aikyo, com seu olhar frio, mas calculista, não desviava o olhar da Itsuki nem por um segundo; isso já estava incomodando pelo aperto forte na minha mão.

— Eu entendo a desconfiança, mas confio na Itsuki; ela só está aqui por minha causa. Nada mais. — disse.

— Também confio nela. Ela não é uma pessoa ruim.

Fiquei surpreso com o que Katsu acabou de dizer; não só eu, mas Aikyo também ficou.

Pisquei para Katsu agradecendo pela ajuda, mas suas bochechas coraram, desviando o olhar para o lado.

Mesmo com um olhar severo, Emi não demonstrou resistência.

— Enfim, vamos falar sobre a questão da Rita. Como agora ela é a nova presidente do conselho estudantil, teremos grandes chances de investigar de perto as ações de todos.

O que Emi disse tem sua verdade, mas queria entender como vamos investigar de perto os alunos; ser presidente ou não, ainda assim nosso campo de visão é limitado por não termos acesso às câmeras.

— Como assim? Isso quer dizer que vamos ter acesso às câmeras? — perguntei.

— Óbvio que não, pirralho!

— Calma, Okawara. Yuki, não teremos acesso às câmeras, mas agora Rita vai implementar um sistema de hierarquia dentro do conselho, e vocês estarão no topo dela.

Não fiquei surpreso com isso, mas Itsuki ficou com uma expressão de quem deseja ficar de fora disso.

Aikyo, curiosa, ajeitou-se no sofá para perguntar.

— Espera, explica esse sistema que ela quer implementar.

Rita balançou a cabeça negativamente.

— Não, não fui eu que pensei nesse sistema. Foram Okawara e Emi; eu apenas estou seguindo o plano deles como presidente.

Ela é apenas uma marionete nesse jogo, e nós estamos seguindo por esse caminho.

Será que está tudo bem mesmo deixar Itsuki nesse grupo?

— Entendi, então explica para mim, Emi. O que estão planejando com isso?

Com olhar sério, Emi fixou o olhar na mesa, como se estivesse montando em sua mente a explicação.

Em sua frente, Okawara, inquieto, começou a falar.

— Vai ser o seguinte: no conselho hoje, existem o representante de turma, monitores, o comitê e a assessoria do vice-presidente e do presidente do conselho. O que vamos fazer é adicionar uma camada entre o comitê e a presidente.

— Camada? Tipo um grupo novo? — perguntei, focado em Okawara.

— Sim, será chamado de “Os Cinco Pecados”. E o sistema funcional entre as hierarquias vai mudar para favorecer nosso grupo aqui.

Emi, que estava ouvindo e olhando para a mesa, ergueu a cabeça pronta para finalmente falar algo.

— Basicamente, cada representante de turma terá a função de escolher cinco vigias para a sala, pois são cinco fileiras de mesas, um vigia para cada fileira. Ele irá vigiar cada aluno sob sua responsabilidade; se houver algo para relatar, fará o relato diretamente ao representante.

— Mas os alunos vão saber sobre esses vigias? — indagou Katsu, segurando o braço de Aikyo.

— Sim! E o motivo é simples: o vigia será o apoio desses cinco alunos da fileira, será como um representante de turma, mas no caso da fileira. Se precisarem de ajuda, só falarão com o vigia, e se tiverem informações interessantes, serão recompensados com pontos de compra se contarem exclusivamente para o vigia.

Todos na sala trocaram olhares, menos Aikyo, que continuou fixa em Emi.

— E quem dará esses pontos de compra?

Eu já ia perguntar, mas Aikyo foi na frente.

— É aí que entram os Cinco Pecados; cada pecado será responsável por informações vindas de uma fileira, cabendo ao representante de turma repassar de acordo com o vigia. Porém, para chegar até o pecado, a informação seguirá um fluxo.

Após tomar um gole de café, Aikyo cruzou as pernas.

Itsuki permaneceu segurando minha mão; como o clima estava agradável na sala por conta do ar-condicionado, minha mão não estava suando.

Só estou curioso com o comportamento de Rita; ela, que demonstrava ser alguém sorridente e confiante, está com um semblante totalmente diferente, focado e sério. Esta é a verdadeira Rita?

Curiosa, Aikyo, com seu tom frio usual, perguntou:

— Fluxo? Quer dizer que a mensagem não será repassada do representante para o pecado, mas sim pelas hierarquias?

Emi assentiu com a cabeça.

— Okawara.

A maneira como ela o chamou estava claramente jogando a responsabilidade em seu colo.

— Como citado, o aluno que der a informação será recompensado com pontos de compra, mas só depois da informação passar pelo vigia, representante de turma, monitor, comitê, pecado, Rita e, por último, nós. Nesse caso, Emi dará os pontos de compra para o pecado.

Aikyo balançou a cabeça entendendo a explicação; sua expressão deixava claro o sentimento de estar certa.

— E o pecado dará os pontos diretamente para o representante? — perguntei.

Perguntei porque não acho que os pontos seguirão o mesmo caminho que as informações; seria completamente perda de tempo.

Mas, ao mesmo tempo, penso no motivo de ter esses tais pecados, uma camada apenas para o comitê não entrar em contato com a presidente? Se sim, faz sentido.

Já que Rita faz o papel de duas caras, ter alguém intermediando ela e o restante do conselho será fundamental para nós.

Emi virou a cabeça em minha direção, olhando nos fundos dos meus olhos.

— Obviamente, é por isso que são os pecados. Cairá sobre eles toda a responsabilidade entre a presidente e o resto do conselho. Tudo que a hierarquia precisar, solicitará aos pecados, os únicos que terão contato direto com a presidente.

Aikyo arregalou os olhos, descruzando as pernas e se posicionando na beirada do sofá.

— Como assim? Isso vai sobrecarregar demais todos nós! Como vamos realizar tantas tarefas?

Okawara fechou a cara, enquanto trocava olhares com Emi.

— Nós? Mas vocês não estarão entre os pecados.

Aikyo e Katsu ficaram paralisadas, apenas encarando Emi.

— Mas… — murmurou Aikyo.

— Bem, você, Aikyo, será a vice-presidente do conselho, enquanto sua irmã será sua assistente. Itsuki será assistente da Rita, enquanto Yuki será um dos pecados.

Então é isso. Sabia que iriam me deixar nessa furada, partindo do princípio de que Okawara estava envolvido.

Vai ser bem sufocante para mim, mas também gostei da ideia; fazer parte dessa posição me coloca entre todas as informações da escola antes mesmo que esse grupo fique sabendo.

Quem ficou mais inquieta foi, obviamente, Aikyo, que se levantou rapidamente do sofá.

— É o quê? Eu? Vice-presidente? Mas nem participei da disputa! Mas, se bem que vai ser ótimo para mim ter esse cargo, hmm, interessante.

Ela se sentou logo após essa explosão momentânea.

A mudança de humor foi do dia para a noite, foi surpreendente.

— Vamos ficar juntas ainda por cima, irmãzinha. — disse Katsu, com expressão alegre e bochechas coradas.

— Agora, vamos para a parte principal: os verdadeiros objetivos. — disse Emi, olhando para Okawara.

Pelo olhar dele, não estava nem um pouco interessado em explicar.

— Nosso objetivo, do grupo, é encontrar as crianças desaparecidas e colocar os responsáveis na cadeia. Mas, diante dos fatos, presumimos que não será fácil, por conta do espião.

Okawara se levantou para uma explicação melhor.

— Esse tal espião tentou pegar Yuki, então nosso principal suspeito é que esse espião seja o responsável pelos desaparecimentos dos alunos. O problema? É que ele é do Japão. Então, como colocar o Japão na cadeia?

Aikyo fez uma pose pensativa, colocando a mão sobre o queixo.

— Não tem como, isso se trataria de uma guerra.

— Sim. Além disso, mesmo que peguemos esse espião, não há como provar que ele seja do Japão, e não podemos simplesmente ir até aquele país agora. Então, o que nos resta?

— Na minha visão, o verdadeiro culpado é quem permitiu a entrada desse espião aqui, não? Alguém deste lugar está em conluio com o Japão. Este sim deve ser punido. — disse, enquanto olhava para Okawara.

— Você é bem esperto, Yuki! Mas não temos provas que sustente essa hipótese. Por enquanto, vamos pensar que o espião conseguiu entrar a seu próprio custo.

Katsu fez uma expressão desanimada.

— Ou seja… não há certeza se as crianças que desapareceram estão vivas… né? Já que o sequestrador é de outro país.

O ambiente pesou; Itsuki apertou a palma da minha mão. Realmente, não temos como ter certeza se estão vivas, já que algumas desapareceram há dois anos.

Mas, ainda assim, Emi transbordava confiança.

— Prefiro acreditar que estão vivas! Confio nisso. Não faria sentido todo esse trabalho para levá-las apenas para matar, não?

Trocamos olhares, assentindo que isso realmente faz sentido.

— Continuando, este é o nosso principal objetivo. E o objetivo por trás do sistema de informações é fazer com que a escola veja isso como útil e que, no fim do ano, que é o final do mandato de Rita, ela tenha chance de se tornar presidente de fato por um mandato inteiro.

— Ué, como assim? Ela já não é a presidente? — perguntei, curioso.

— Ela é, mas interina. A disputa foi apenas para retirar Abe da posição, mas o mandato que Rita tomou posse termina no final do ano. Aí haverá a nova eleição de verdade.

Então toda essa disputa foi apenas para um ano, que desperdício.

Mas, do nosso ponto de vista, se a escola perceber que, neste ano, Rita foi ótima e teve resultados, realmente ela terá apoio para a eleição.

— Que confuso. Mas vai dar certo. Esse sistema é bem interessante.

Aikyo tem razão.

— Agora, Okawara, nos conte sobre o que ia falar em relação à ida à sala de gravações. — disse, encarando os olhos de Okawara.

— Sobre isso, eu não sei como o pendrive do dia do acontecimento na piscina sumiu. Quando eu estava lá, fiquei com Ayumi. Mas meu objetivo era procurar o pendrive do dia em que você perdeu o sapato.

— Isso eu entendi. Você me disse que a menina confundiu você com o cara de capuz, vulgo espião. Mas você não procurou o pendrive? E a secretária do diretor? Ela estava junto com vocês o tempo todo?

Okawara colocou a mão sobre o queixo, enquanto pensava.

— Se me lembro bem, teve um momento em que ela saiu de perto de nós; pode ser que tenha ido procurar o pendrive, existe essa chance.

— De fato. — disse Emi.

— Mas não temos provas. Só sabemos que o pendrive sumiu, e se foi ela, por qual motivo teria feito isso, hein?

— Não adianta pensar nisso agora. Okawara, o que Ayumi foi procurar nas gravações? — indagou Emi.

— Parece que ela está querendo achar algo específico; ela não me contou, mas tem a ver com Itsuki.

Itsuki, que escutou isso, rapidamente apertou meu braço, olhando para mim.

Como forma de tranquilidade, acariciei seu ombro, dando um sorriso leve a ela.

— Ela tem seus motivos. Peço que me deixe isso por conta minha e de Itsuki, justo, não? — disse.

Ela com certeza está investigando quem copiou o broche de Itsuki; não quero que esses aqui fiquem sabendo desse lado dela.

— Certo. Qualquer novidade, conte para nós. — disse Emi, levantando-se da poltrona.

Aikyo olhou para os lados com certa inquietação.

— A reunião já acabou?

— Não. Vou apenas ao banheiro.

— Ah…

A expressão que ela fez foi engraçada, corando as bochechas.

Katsu deu um sorriso fofo vendo sua irmã sem reação.

Pelo visto, a reunião vai continuar mais um pouco, provavelmente para definir os detalhes sobre esse sistema de informações do conselho.

Arco: Investigação